“Rompiendo puertas para poder construir algo diferente": mujeres campesinas en la universidad

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25214/25907816.1074

Palabras clave:

estudios de género, educación superior, población rural, participación social

Resumen

El objetivo del estudio fue conocer las narrativas de mujeres campesinas que ingresan a la universidad pública y comprender las luchas y los desafíos que impregnan estas experiencias. Es una investigación cualitativa en la cual se realizó un grupo focal con cinco mujeres campesinas de una comunidad rural de Catalão-Goiás, en Brasil, quienes se unieron a la Licenciatura en Educación del Campo de la Universidad Federal de Goiás / Regional Catalão. En los discursos de las mujeres se identifican las dimensiones materiales de las dificultades relacionadas con su permanencia en la universidad, denunciando la falta de acciones para su inclusión en este espacio. Las participantes señalan cómo el machismo interfiere en su vida cotidiana, ejemplificado en narraciones sobre la desconfianza de sus esposos y vecinos sobre lo que hacen en la universidad. Sitúan la educación superior como un espacio que promueve un proceso de emancipación, permitiéndoles ocupar otros lugares en la sociedad, más allá de los que se les imponen socialmente. Además, les da la posibilidad de apropiarse de otros conocimientos y experiencias.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Métricas

Cargando métricas ...

Citas

Almeida, J. P. (2010). As multifaces do patriarcado: uma análise das relações de gênero nas famílias homoafetivas [dissertação de mestrado, Universidade Federal de Pernambuco].

Antunes, R., & Alves, G. (2004). As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação & Sociedade, 25 (87), 335-351. https://doi.org/10.1590/S0101-73302004000200003

Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo. Edições 70.

Brumer, A. (2004). Gênero e agricultura: a situação da mulher na agricultura do Rio Grande do Sul. Estudos Feministas, 12 (1), 205 – 227. https://doi.org/10.1590/S0104-026X2004000100011

Caldart, R. S. (2019). Concepção de Educação do Campo: um guia de estudo. In M. C. Molina & M. F. A. Martins (Eds) Formação de formadores: Reflexões sobre as experiências da Licenciatura em Educação do Campo no Brasil (pp.55-77). Autêntica Editora.

Caplan, S. (1990). Using focus group methodology for ergonomic design. Ergonomics, 33(5), 33-527.

Castro, E. G. (2016). PNRA e juventude rural: 30 anos depois–balanço e apontamentos em um contexto de ruptura institucional. Retratos de Assentamentos, 19(2), 98-124. https://doi.org/10.25059/2527-2594/retratosdeassentamentos/2016.v19i2.240

Cinelli, C., & Jahn, E. F. (2011). A constituição de identidades camponesa e feminista no Movimento de Mulheres Camponesas. Revista Espaço Acadêmico, 10 (117), 86-92.

Faleiro, W., & Farias, M. N. (2017). Inclusão de mulheres camponesas na Universidade: entre sonhos, desafios e luta. Educação e Pesquisa, 43 (3), 833-846. http://dx.doi.org/10.1590/s1517-9702201707168124

Farias, M. N, & Faleiro, W. (2019). Princípios do Movimento de Educação do Campo: análise dos Projetos Político-Pedagógicos das LEdoCs do Centro-Oeste brasileiro. Editora Navegando.

Fraser, N. (2006). Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “pós-socialista”. Cadernos de Campo, 15(14/15), 231-239. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-239

Fraser, N. (2002). Redistribuição ou reconhecimento? Classe e status na sociedade contemporânea. Interseções – Revista de Estudos Interdisciplinares, 4 (1), 7-32.

Froes, L. T. (2017). Da roça à Universidade: trajetórias de mulheres no curso de licenciatura em educação do campo da UFMG. Anais Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress.

Godoi, E. P., & Aguiar, V. V. P. (2018). Mulheres e territórios vividos em contextos rurais: um olhar sobre a política de desenvolvimento territorial. Cadernos pagu, (52), 1-35. http://dx.doi.org/10.1590/18094449201800520007

Gomes, R. C. M., Nogueira, C., & Toneli, M. J. F. (2016). Mulheres em contextos rurais: um mapeamento sobre gênero e ruralidade. Psicologia & Sociedade, 28 (1), 115-124. http://dx.doi.org/10.1590/1807-03102015v28n1p115

Grandón-Valenzuela, D. (2018). Función económica de las ocupaciones feminizadas no remuneradas: una crítica desde la economía feminista. Revista Ocupación Humana, 18 (2), 54-67. https://doi.org/10.25214/25907816.228

Grossi, P. K., & Coutinho, A. R. C. (2017). Violência contra a mulher do campo: desafios às políticas públicas. Serviço Social em Revista, 20(1), 25‐40. http://dx.doi.org/10.5433/1679-4842.2017v20n1p25

Heredia, B. M. A., & Cintrão, R. P. (2006). Gênero e acesso a políticas públicas no meio rural brasileiro. Revista Nera, 8(9), 01 -28. https://doi.org/10.47946/rnera.v0i8.1443

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [IPEA] (2012). Educação. Políticas Sociais: acompanhamento e análise. Ipea.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [IPEA] (2017). Educação. Políticas Sociais: acompanhamento e análise. Ipea.

Johnson, D. (1994). Focus Groups. In D. Zweizig et al. (orgs). Tell it! Evaluation sourcebook & training manual (pp.161-172). SLIS.

Kleba, M. E., & Wendausen, A. (2009). Empoderamento: processo de fortalecimento dos sujeitos nos espaços de participação social e democratização política. Saúde e Sociedade, 18(4), 733-743. https://doi.org/10.1590/S0104-12902009000400016

Leite, S. C. (1999). Escola rural: urbanização e políticas educacionais. Editora Cortez.

Melo, K. M. M., Malfitano, A. P. S., & Lopes, R. E. (2020). Os marcadores sociais da diferença: contribuições para a terapia ocupacional social. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 28(3), 1061-1071. https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoARF1877

Minayo, M. C. S. (2001). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade (18 ed.). Editora Vozes.

Movimento de Mulheres Camponesas [MMC] (2007). Cartilha base. MMC Brasil. http://www.mmcbrasil.com.br/site/materiais/download/cartilha_tbase2007.pdf.

Molina, M. (2015). Expansão das licenciaturas em Educação do Campo: desafios e potencialidades. Educar em Revista, (55), 145-166.

Observatório do Plano Nacional de Educação [OPNE] (2019). 12 – Educação Superior. Observatório do PNE. https://www.observatoriodopne.org.br/indicadores/metas/12-ensino-superior/indicadores/porcentagem-de-matriculas-da-populacao-de-18-a-24-anos-na-educacao-superior/162/

Pereira, M. L. S. (2014). As contribuições da Licenciatura em Educação do Campo na transformação das relações de gênero: um estudo de caso com as educandas do Assentamento Virgilândia de Formosa/GO [dissertação de mestrado, Universidade de Brasília].

Pereira, M. L. S. (2016). As contribuições da licenciatura em Educação do Campo na transformação das relações de gênero. Revista com censo, 3 (4), 40-46.

Queiroz, C. S., & Bernardino, A. V. S. (2014). Mulheres e a igualdade de gênero no Século XXI: Realidade ou mera utopia? Revista Mosaico, 5 (2), 11-14. https://doi.org/10.21727/rm.v5i2.191

Santos, C. A. (2019). A educação do campo e o fim das políticas públicas como as conhecemos: questões para reflexões de futuro. Revista de Políticas Públicas, 23 (2), 501-513.

Silva, J. F., Torres, D. X., & Lemos, G. T. (2012). Educação do campo: a luta dos movimentos sociais campesinos por uma educação escolar específica e diferenciada. Revista Pedagógica – UNOCHAPECÓ, 1 (28), 409-438. https://doi.org/10.22196/rp.v14i28.1373

Silveira, D. T., & Córdova, F. P. (2009). A pesquisa científica. In T. E. Gerhardt & D. T. Silveira (eds.), Métodos de pesquisa (pp. 31-42). Editora da UFRGS.

Tardin, J. M. (2012). Cultura camponesa. In R. Caldart et al. (Eds.), Dicionário da educação do campo (pp. 178-186). Expressão Popular.

Vida de Maria (2017). Canal Vida de Maria [YouTube]. https://www.youtube.com/watch?v=yFpoG_htum4&t=193s.

Villwock, A. P. S., Germani, A. R. M., & Roncato, P. E. S. (2016). Questões de gênero no mundo rural e na extensão rural brasileira. Revista Alamedas, 4(1), 01–17.

Zamboni, M. (2014). Marcadores sociais da diferença. Sociologia: Grandes Temas do Conhecimento (Especial Desigualdades), 1, 14-18.

Publicado

2021-06-08

Cómo citar

Nunes Farias, M., Faleiro, W. ., & Borges Neiva, A. M. . (2021). “Rompiendo puertas para poder construir algo diferente": mujeres campesinas en la universidad. Revista Ocupación Humana, 21(1), 27–41. https://doi.org/10.25214/25907816.1074

Número

Sección

Investigación

Datos de los fondos